Festival acontece até o dia 27 de junho em 20 bares da cidade
11/06/2010 - 16:25
EPTV.com - Thaisa Figueiredo
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Agora é para valer! A partir desta sexta-feira (11) o público já pode percorrer os 20 bares de Ribeirão Preto, participantes da 1ª edição do Festival Comida di Buteco. O voto popular vai até o dia 27 de junho e para participar os botequeiros precisam ir até um dos bares participantes do festival pedir o prato concorrente e avaliar os quesitos petisco, atendimento, higiene e temperatura das bebidas.
Onde as pessoas avistarem as bandeirolas do Comida di Buteco, ali estará um dos tira-gosto concorrente ao título de melhor quitute de Ribeirão Preto. (Veja a relação abaixo)
Seleção
Para a escolha dos botecos e dos petiscos, uma comissão especializada percorreu os bares de Ribeirão Preto, como clientes comuns, para avaliar e elencar os que participariam desta edição do festival. Entres os critérios de escolha estavam: o dono do bar deveria estar a frente do negócio; o petisco precisava ser uma comida caseira. Os botecos estão estrategicamente espalhados pela cidade. O que causa uma grande interação e surpresa do público, que pode visitar locais surpreendentes.
As outras cidades que recebem a edição do evento, além de Ribeirão Preto são as mineiras Belo Horizonte, Ipatinga, Montes Claros, Poços de Caldas, Uberlândia; no Estado de São Paulo, Campinas e São José do Rio Preto; o Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e Goiânia (GO).
Júri secreto
Na noite de quinta-feira (10), um júri secreto composto por dois grupos percorreu seis bares da cidade para dar as primeiras notas do festival. Acompanhados do organizador e criador do concurso, o gastrônomo Eduardo Maya, os convidados seguiram em vãs rumo aos quitutes.
Maya explicou que a cidade foi escolhida pelo fato de possuir a genuína cultura de boteco e locais com características peculiares. “Existem famílias inteiras administrando alguns locais, comida tradicional, mesas nas calçadas, essas são algumas das coisas que marcam determinados lugares. Nosso foco é gastronomia de raiz.”
O primeiro destino dos jurados foi o Empório Brasília no Centro de Ribeirão Preto. A sócia do bar, Eliane Martins, apresentou o “Trio Brasília” (foto do alto), um combinado de torresmo, carne seca e mandioca. Eliane afirmou que o prato foi incrementado e que antes da estreia, aprovado pelos clientes cativos do bar. “Escolhemos o torresmo por ser o mais tradicional da casa e quisemos dar uma turbinada no prato acrescentando a carne seca que combina muito bem com a mandioca. Quando a participação, Eliane disse que a expectativa é grande. “Estamos positivos e com grande expectativa porque é a primeira vez que participamos de um concurso como este. As pessoas gostam de novidades e isso vai ajudar a atrair ainda mais gente.”
Antes de provar o prato acompanhado de um cerveja gelada, Eduardo Maya convidou a todos a provar a azeitada. Não havia receita, apenas uma colher cheia de um bom azeite. Muita gente fez cara feia e alguns até fugiram da experiência, que segundo Eduardo, ajuda a revestir o estômago para que ele não sofra com os efeitos do álcool.
O organizador acredita que o festival é uma forma de reerguer alguns botecos que andavam esquecidos no imaginário das pessoas. Há 11 anos, ele promove o Comida di Buteco, que já é um evento mais do que tradicional na capital mineira, Belo Horizonte, onde tudo começou. Em 2009, só em BH, 800 mil pessoas participaram da edição que recebeu mais de 164 mil votos, segundo o Vox Populi.
Caravana
O júri que se esbaldou no torresmo seguiu em frente ainda com espaço reservado para degustar mais dois pratos. O próximo ponto foi o Nosso Buteco (foto nº 2), aliás um novato na noite ribeirãopretana.
Danilo Araujo, dono do bar, trouxe à mesa o “Porco Mineiro” – uma almôndega de pernil, com queijo mineiro empanado e bolinho de pernil recheado. Antes disso, o júri pode conferir a “Caravela Nacional”, uma entrada feita especialmente para o mundial de futebol, que traz o famoso Doritos em uma combinação com ovo cozido e um patê de atum feito.
“O festival é um desafio. O trabalho vai aumentar agora e esperamos que as pessoas gostem desse prato criado especialmente para o festival. Desenvolvemos até uma apresentação especial, para dar mais vista à comida”, explicou Danilo.
O mais aplaudido foi o queijo empanado que rapidinho se esgotou em todos os pratos colocados à mesa.
Fim do roteiro
Cédulas na urna, hora de seguir em frente para o último bar previsto para a noite. E esse surpreendeu muita gente pelo fato de estar localizado em uma das avenidas mais movimentadas da cidade. Sabe aquele lugar por onde você sempre passa , mas nunca se interessou em entrar? Foi lá mesmo onde a caravana do Comida di Buteco foi parar. Bikinho do Chico é o nome do boteco, que fica em uma esquina da Avenida Francisco Junqueira.
Os jurados já haviam sido avisados de que comeriam a melhor berinjela (foto ao lado) na brasa da cidade. E foi isso o que aconteceu: a “Berinjela na Brasa” com recheio de presunto e queijo conquistou o paladar do grupo e recebeu altas notas.
Circuito dos 20 botecos
1- Bar 5ª Skina
Rua Daniel Kujawski, 333 – Jardim Paulista
Petisco concorrente: “Carne seca com rabanada ao alho” – carne seca com cebola acompanhada com rabanada ao alho
2- Bar do Alvino
Rua General Osório, 1429 – Centro
Petisco concorrente: “Sarapatéu” – sarapatéu, miúdos de suíno, calabresa, bacon, tomate e cebola
3- Bar do Chorinho
Rua Iara, 93 – Jardim Macedo
Petisco concorrente: “Bolinho de Bacalhau” – bolinho de bacalhau
4- Bar do Zé e da Sandra
Rua Sete de Setembro, 344 – Centro
Petisco concorrente: “Coxinhas de frango Marinadas” – coxinhas de frango marinada
5- Bar Norte e Sul
Avenida Costa e Silva, 1580 – Campos Elíseos
Petisco: “Croquete de Carne Seca” – croquete de carne seca desfiada com batata
6- Baralto
Rua Espírito Santo, 1097 – Sumarezinho
Petisco: “Canudo de Carne Seca” – canudo de carne seca
7- Bikinho do Chico
Avenida Francisco Junqueira, 1392 – Centro
Petisco: “Berinjela na Brasa” – berinjela assada na brasa com recheio de presunto e queijo
8- Café Bali Hi
Avenida Senador César Vergueiro, 743 – Jardim Irajá
Petisco: “Quiabo com bacon na grelha” – porção de quiabo com bacon na grelha
9- Cantina Toninho Carlão
Rua Florêncio de Abreu, 1779 – Vila Seixas
Petisco: “Aliche Temperado” – Aliche temperado
10- Carneiro e Cia
Rua Franca, 697 – Jardim Paulista
Petisco: “Carneiro a Palito” – Carneiro no palito com molho de mandioca e molho de hortelã
11- Empório Brasília
Rua Florêncio de Abreu, 1059 – Centro
Petisco: “Trio Brasília” – combinado de torresmo, carne seca e mandioca
12- Empório Multi Mix
Rua Sir Alexander Fleming, 120 – Vila Seixas
Petisco: “Linguiça na chapa” – hambúrguer de linguiça. Coberto com cebola, tomate e queijo
13- Lanchonete Primavera
Rodovia S/n Jurucê
Petisco: “Torresmo da Neyde” – Torresmo
14- Menino da Tábua
Avenida Magid Simão Trad, 1145 - Simioni
Petisco: “Garrão” – Combinado de carne seca, calabresa, garrão e feijão branco
15- Mercearia São José
Rua Dr. Guilherme Macarron, 84 – Castelo Branco Novo
Petisco: “Dobradinha” – dobradinha
16- Nosso Buteco
Avenida João Fiúsa, 1148 – Alto da Boa Vista
Petisco: “Porco Mineiro” – almôndega de pernil, queijo mineiro empanado. Bolinho de pernil recheado
17- O Buteco
Novo Mercadão – Box 71/72
Petisco: “Ta...buteco” – tábua de tulipinhas de frango e linguiça de pernil acompanhada de torradas
18- Pastelaria Rios
Mercado Municipal – Box24/28
Petisco: “Pastel de Bacalhau” – pastel de bacalhau
19- Trem Caipira
Rua Heitor Chiarello, 883 – Jardim Irajá
Petisco: “Lingüiça de Metro” – linguiça, cebola, pão de alho, vinagrete, farinha e pimenta
20- Ypê Bar
Rua Lafaiete, 1731 – Vila Seixas
Petisco: “Tilápia a nossa moda” – filé de tilápia grelhado, batata sautée, molho tártaro
14 de jun. de 2010
FESTAS JUNINAS
Eu adoro nas festas juninas. Tudo. O ambiente colorido por bandeirinhas, os vestidos floridos, os cabelos trançados, a música, a dança e, claro!, as comidas.
Cupcake de pamonha
(08 unidades)
Massa
120 g de farinha de trigo
110 g de manteiga
90 g de açúcar
50 g de purê de milho*
2 g de fermento
40 ml de leite
1 ovo
Cobertura
420 g de leite condensado
180 g de purê de milho*
25 g de açúcar cristal verde
Massa
1 Coloque a manteiga em uma batedeira com o batedor globo e ligue na velocidade três. 2 Quando a manteiga amolecer, acrescente o açúcar e bata até virar um creme claro. 3 Continue batendo, acrescente o ovo e bata até quase dobrar de volume. 4 Passe para a segunda velocidade, adicione o leite, bata mais um minuto e adicione a farinha de trigo junto com o fermento. 5 Fora da batedeira misture o purê de milho. 6 Coloque a massa em oito forminhas grandes de papel. 7 Leve para assar em forno a 170° C por mais ou menos 30 minutos.
Cobertura
1 Misture o leite condensado com o purê de milho e leve para o fogo. 2 Cozinhe em fogo médio mexendo sem parar até a massa começar a desgrudar do fundo da panela. 3 Retire do fogo e deixe esfriar. 4 coloque em um saco de confeiteiro e decore seu cupcake já frio.
*Para fazer este creme basta bater o milho no liquidificador. Se o milho estiver cru, adicione um pouco de água.
Sirva com café fresquinho e entenda o que é, para mim, felicidade.
Cupcake de pamonha
(08 unidades)
Massa
120 g de farinha de trigo
110 g de manteiga
90 g de açúcar
50 g de purê de milho*
2 g de fermento
40 ml de leite
1 ovo
Cobertura
420 g de leite condensado
180 g de purê de milho*
25 g de açúcar cristal verde
Massa
1 Coloque a manteiga em uma batedeira com o batedor globo e ligue na velocidade três. 2 Quando a manteiga amolecer, acrescente o açúcar e bata até virar um creme claro. 3 Continue batendo, acrescente o ovo e bata até quase dobrar de volume. 4 Passe para a segunda velocidade, adicione o leite, bata mais um minuto e adicione a farinha de trigo junto com o fermento. 5 Fora da batedeira misture o purê de milho. 6 Coloque a massa em oito forminhas grandes de papel. 7 Leve para assar em forno a 170° C por mais ou menos 30 minutos.
Cobertura
1 Misture o leite condensado com o purê de milho e leve para o fogo. 2 Cozinhe em fogo médio mexendo sem parar até a massa começar a desgrudar do fundo da panela. 3 Retire do fogo e deixe esfriar. 4 coloque em um saco de confeiteiro e decore seu cupcake já frio.
*Para fazer este creme basta bater o milho no liquidificador. Se o milho estiver cru, adicione um pouco de água.
Sirva com café fresquinho e entenda o que é, para mim, felicidade.
8 de jun. de 2010
COSA MANGGIARE RECOMENDA PARA UMA BOA FESTA DE BELISCOS
ACOMPANHAMENTO DE BEBIDAS :
• COCA COLA COM GELO E LIMÃO
• VINHO FUTAS PICADINHAS MISTURADAS COM GELO MOIDO
BRUSCHETTA :
• 8 TOMATES CORTADOS SEM PELE E SEM SEMENTES
• 15 AZEITONAS PRETAS FATIADAS SEM CAROÇO
• 1/3 DE XÍCARA DE MINIALCAPARRAS
• 200 GRAMAS DE QUEIJO PARMESÃO
• 6 FATÍAS DE PÃO ITALIANO
• SAL E PIMENTA A GOSTO
• 3 GALHOS DE TOMILHO
• 1 COLHER DE AÇÚCAR
• 2 DENTES DE ALHO
• AZEITE
TARTAR DE SALMÃO :
• 500 GRAMAS DE SALMÃO PICADO
• 2 COLHERES DE PEPINO EM CONSERVA PICADO
• 1 COLHER DE MINALCAPARRAS
• 1 COLHER DE OVAS MASSAGÔ ( ENCONTRADAS EM LOJAS ESPECIALIZADAS EM PRODUTOS ORIENTAIS )
• AZEITE EXTRAVIRGEM
• SAL E PIMENTA A GOSTO
• COCA COLA COM GELO E LIMÃO
• VINHO FUTAS PICADINHAS MISTURADAS COM GELO MOIDO
BRUSCHETTA :
• 8 TOMATES CORTADOS SEM PELE E SEM SEMENTES
• 15 AZEITONAS PRETAS FATIADAS SEM CAROÇO
• 1/3 DE XÍCARA DE MINIALCAPARRAS
• 200 GRAMAS DE QUEIJO PARMESÃO
• 6 FATÍAS DE PÃO ITALIANO
• SAL E PIMENTA A GOSTO
• 3 GALHOS DE TOMILHO
• 1 COLHER DE AÇÚCAR
• 2 DENTES DE ALHO
• AZEITE
TARTAR DE SALMÃO :
• 500 GRAMAS DE SALMÃO PICADO
• 2 COLHERES DE PEPINO EM CONSERVA PICADO
• 1 COLHER DE MINALCAPARRAS
• 1 COLHER DE OVAS MASSAGÔ ( ENCONTRADAS EM LOJAS ESPECIALIZADAS EM PRODUTOS ORIENTAIS )
• AZEITE EXTRAVIRGEM
• SAL E PIMENTA A GOSTO
4 de jun. de 2010
BEBIDA REFRESCANTE
Depois da caipirosca pronta, agora é a vez do Mojito! Tá, você não gosta da caipirosca pronta? Pensa que é refresco e me conta depois da segunda dose, rsrs.
O Grupo Bacardi lança até o final desse mês o Bacardi Mojito Pronto para Servir. É só abrir e virar a garrafa sobre um copo com gelo. E se quiser dar um toque, folhinhas de hortelã com algumas gotas de limão. Tá vendo, já dá para fazer uma pitcher party mesmo sem ter jarras, hehe!
Bacardi Mojito Pronto para Servir
Preço sugerido: R$ 26,90 (garrafa de 980 ml)
Teor alcoólico: 15%
O Grupo Bacardi lança até o final desse mês o Bacardi Mojito Pronto para Servir. É só abrir e virar a garrafa sobre um copo com gelo. E se quiser dar um toque, folhinhas de hortelã com algumas gotas de limão. Tá vendo, já dá para fazer uma pitcher party mesmo sem ter jarras, hehe!
Bacardi Mojito Pronto para Servir
Preço sugerido: R$ 26,90 (garrafa de 980 ml)
Teor alcoólico: 15%
23 de abr. de 2010
COMO GELAR CERVEJA EM 3 MINUTOS!!!
O Carvão já está na churrasqueira e a galera chega na sua casa com latas e mais latas de cerveja quente o que você faz ?
Como gelá-la ?
Vai aí a minha dica !!!
Gêlo no isopor.
Para cada saco der gêlo coloque 2 litros de água, meio quilo de sal e meia garrafa de álccool.
A água aumenta a superfície de contato, o sal reduz a temperatura de fusão do gêlo ( ele demora mais para dereter ) e por uma reação química, o álcool rouba calor.
Essa mistura é barata e a cerveja fica em ponto de bala em 3 minutos.
Como gelá-la ?
Vai aí a minha dica !!!
Gêlo no isopor.
Para cada saco der gêlo coloque 2 litros de água, meio quilo de sal e meia garrafa de álccool.
A água aumenta a superfície de contato, o sal reduz a temperatura de fusão do gêlo ( ele demora mais para dereter ) e por uma reação química, o álcool rouba calor.
Essa mistura é barata e a cerveja fica em ponto de bala em 3 minutos.
22 de mar. de 2010
Nina Horta comenta livro do polêmico chef Heston Blumenthal
da Livraria da Folha
NÃO É SOPA
SINOPSE
Este livro reúne crônicas e receitas culinárias que Nina Horta vem publicando na Folha de S.Paulo desde 1987. Escrito em uma prosa viva, saborosa e divertida, "Não É Sopa" (Companhia das Letras, 1995) traz um cardápio extremamente variado, para satisfazer os mais diferentes paladares.
Divulgação
Obra traz colunas e receitas de Nina Horta publicadas na Folha
Em coluna da Ilustrada de hoje, a cozinheira e escritora Nina Horta comentou o livro "The Fat Duck Cookbook" do polêmico chef inglês Heston Blumenthal.
Na coluna, Horta conta com seu característico estilo bem-humorado como precisou enfrentar o seu preconceito com os livros do formato "coffee-table", além de duras resenhas sobre o restaurante de Blumenthal, para abordar o livro.
"Nós, os tradicionais, amantes do lombo mineiro com couve assustada na frigideira, da pasta da nonna, temos que dar uma boa nota ao entusiasmo e empenho desse rapaz autodidata (bem marqueteiro, também), pela vontade de penetrar nos meandros da química e da física e descobrir o que vai por dentro das panelas", comentou.
Diversos outros textos de Nina Horta podem ser encontrados no livro "Não é Sopa", que reúne crônicas e receitas culinárias publicadas na Folha de S.Paulo de 1987 a 1995. Escrito em uma prosa viva, saborosa e divertida, a obra traz um cardápio extremamente variado, para satisfazer os mais diferentes paladares.
NÃO É SOPA
SINOPSE
Este livro reúne crônicas e receitas culinárias que Nina Horta vem publicando na Folha de S.Paulo desde 1987. Escrito em uma prosa viva, saborosa e divertida, "Não É Sopa" (Companhia das Letras, 1995) traz um cardápio extremamente variado, para satisfazer os mais diferentes paladares.
Divulgação
Obra traz colunas e receitas de Nina Horta publicadas na Folha
Em coluna da Ilustrada de hoje, a cozinheira e escritora Nina Horta comentou o livro "The Fat Duck Cookbook" do polêmico chef inglês Heston Blumenthal.
Na coluna, Horta conta com seu característico estilo bem-humorado como precisou enfrentar o seu preconceito com os livros do formato "coffee-table", além de duras resenhas sobre o restaurante de Blumenthal, para abordar o livro.
"Nós, os tradicionais, amantes do lombo mineiro com couve assustada na frigideira, da pasta da nonna, temos que dar uma boa nota ao entusiasmo e empenho desse rapaz autodidata (bem marqueteiro, também), pela vontade de penetrar nos meandros da química e da física e descobrir o que vai por dentro das panelas", comentou.
Diversos outros textos de Nina Horta podem ser encontrados no livro "Não é Sopa", que reúne crônicas e receitas culinárias publicadas na Folha de S.Paulo de 1987 a 1995. Escrito em uma prosa viva, saborosa e divertida, a obra traz um cardápio extremamente variado, para satisfazer os mais diferentes paladares.
ESPECIAL SEMANA MESA SP
Os franceses Olivier Roellinger e Geráld Passedát, o italiano Carlo Cracco e o espanhol Jordi Roca são alguns dos chefs que integraram o estrelado evento enogastronomico Semana Mesa SP, realizado entre os dias 26 e 30 de outubro no Centro Universitário Senac (unidade de Santo Amaro) e no hotel Grand Hyatt.
O evento é, na verdade, a junção de duas programações distintas: a Prazeres da Mesa Ao Vivo (composta por jantares e workshops) e o Mesa Tendências (com aulas magnas e debates), que reúnem profissionais e aficionados por gastronomia e vinhos.
Outro destaque foi o Jantar das Gerações, de cunho beneficente, que reuniu chefs francese e franco-brasileiros num trabalho orquestrado que resultou em um menu com 24 pratos (incluindo entradas e sobremesas). O Basilico acompanhou de perto todos os dias do evento.
O evento é, na verdade, a junção de duas programações distintas: a Prazeres da Mesa Ao Vivo (composta por jantares e workshops) e o Mesa Tendências (com aulas magnas e debates), que reúnem profissionais e aficionados por gastronomia e vinhos.
Outro destaque foi o Jantar das Gerações, de cunho beneficente, que reuniu chefs francese e franco-brasileiros num trabalho orquestrado que resultou em um menu com 24 pratos (incluindo entradas e sobremesas). O Basilico acompanhou de perto todos os dias do evento.
21 de mar. de 2010
ESPECIAL SAL GOURMET: COMO OS CHEFS O UTILIZAM EM SUAS CRIAÇÕES
ESPECIAL SAL GOURMET: COMO OS CHEFS O UTILIZAM EM SUAS CRIAÇÕES
Por Carol Almirón (carol@basilico.com.br)
É cada vez mais comum vermos no cardápio de alguns restaurantes a descrição do tipo de sal utilizado para finalizar os pratos. Os chefs têm utilizado as características dos sais gourmet para conferir um sabor mais delicado e um visual diferenciado a suas criações. Por serem mais puros, esses sais também contém uma concentração maior de minerais do que o sal comum.
A seguir, uma pequena descrição dos sais mais utilizados pelos chefs brasileiros e onde é possível provar os pratos preparados ou finalizados com eles.
Sal grosso
Seus cristais são maiores que os do sal comum e demoram mais para derreter. Apesar de ter características parecidas ao do sal de cozinha, ele é bastante usado pelos chefs na elaboração de sais aromatizados. No Dressing, o chef Edinaldo Santana usa o sal grosso para salgar a focaccia e carnes mais pesadas, como o carré de cordeiro (foto ao lado).
Além de destacar o sabor dos alimentos, o sal também tem outras funções, como conservar os alimentos. “Pode-se também fazer uma massa com sal grosso e clara de ovo, que serve de cobertura e proteção para assados”, lembra o chef José Barattino, do restaurante Emiliano.
Sal aromático
O sal misturado a algum outros ingredientes recebe o nome de sal aromático. O que lhe dá aroma são ervas e cascas de frutas adicionadas a ele. O chef Juan Germán, dos restaurantes paulistanos Bárbaro e Che Bárbaro lançou uma carta específica de sais aromáticos para harmonizar com carnes, aves e peixes. Ele adiciona ao sal grosso, por exemplo, alecrim, sálvia e macis (casca de noz-moscada).
Clarice Nishigaki, proprietária do Tomates e Bananas, também prepara seus próprios sais aromatizados e os usa tanto na preparação quanto na finalização dos pratos. “Em casa, preparava peixe com sal de gengibre, porco e picanha com sal de limão... Agora, no meu restaurante, faço o mesmo: planto minhas próprias ervas e misturo com sal grosso para colocar nos pratos do cardápio”, afirma a chef, que sempre tem a mão os potes com sal de limão com ervas, sal de gengibre e sal de laranja. “Acho que deste jeito o gosto das raspas fica menos acentuado”.
Ela destaca o prato Havaí, uma de suas criações, em que o camarão fica temperando no sal com laranja e hortelã, antes de ser salteado no azeite e servido com arroz com raspas de laranja, abacaxi grelhado e molho de abacaxi.
Segundo Clarice, é bem fácil fazer em casa seu próprio sal aromatizado: coloque duas medidas de sal grosso e uma medida de ervas secas ou raspas da casca da laranja ou do limão (sem a parte branca) em uma frigideira, esquente por alguns minutos, mexendo sempre, até o sal secar. Depois, triture a mistura ou coloque-a em um moedor.
Outra mistura interessante é a usada pela chef Flávia Mariotto no restaurante Condessa: um peixe no palliote com amêndoas e azeitonas finalizado com flor de sal de hibisco. No bar Astor e no SubAstor, um dos temperos usados no drinque Bloody Mary é o sal de aipo, que é colocado na borda do copo (foto ao lado).
Flor do sal
A queridinha dos chefs. A flor do sal é utilizada por 10 entre 10 cozinheiros da alta gastronomia. Ela é retirada artesanalmente de uma fina camada da superfície da água das salinas. Devido à ação do vento e do sol, os cristais apresentam sabor e textura diferenciados. A flor do sal, assim como a maioria dos sais gourmet, não apresenta aditivos.
Luiz Emanuel Cerqueira a utiliza em todos os pratos do Allez Allez, inclusive no steak de atum com crosta de tomate confit e caviar de berinjela (foto ao lado). “Eu gosto mesmo da flor de sal de Guérande (cidade francesa). Ele não tem adição de iodo e não agride no paladar”, comenta o chef. Já Clarice Nishigaki usa uma versão mais barata e nacional da flor do sal, produzida em Mossoró (RN).
O patê de campagne do Bistro Crêpe de Paris é feito feito com pato, porco, frango, ervas e flor de sal. "Optamos pela utilização da flor do sal, pois ela realça o sabor do prato, deixa na boca uma delicada sensação, agrega uma suave crocância e se dissolve rapidamente", diz o restauranteur Pierre Murcia. Já o O chef Rodrigo Gonçalves, da Forneria San Paolo, finaliza com o sal a carne Tagliata (foto ao lado).
Apesar de ser mais cara e rara do que o sal de cozinha, algumas casas a utilizam inclusive em sanduíches e doces. O FOX Café Restaurante utiliza a flor de sal no hambúrguer de salmão, de kafta e no de brie com aspargos.
No La Vie en Douce é possível comprar um bombom recheado de caramelo e flor do sal e na Anusha Chocolates a Páscoa deste ano terá como novidade um ovo de chocolate belga meio amargo com um leve toque salgado dado pelos cristais de flor de sal que são salpicados na parte externa (R$ 38, 150g – foto no alto).
Maldon
O sal Maldon, encontrado na região de Essex (Inglaterra) é raro porque não pode ser recolhido todo os anos. Seus cristais têm forma de escamas e o seu sabor é bem suave. O premiado chef Tsuyoshi Murakami usa este condimento em várias receitas encontradas no restaurante Kinoshita. No BottaGallo, o Uovo Guido (foto ao lado) - versão do ovo mollet - é finalizado com o sal.
Sal negro e vermelho do Havaí
São sais tradicionais, usados no Havaí para temperar e preservar os alimentos. O vermelho contém argila, rica em minerais, que dá ao sal um sabor suave. O negro tem carvão purificado em sua composição natural. No restaurante Tomates & Bananas é possível provar o sal negro salpicado nos camarões do prato Honolulu. “Ele chega a tingir a mão por ter carvão, mas em termo de sabor, em comparação com os outros sais gourmets, não muda muito. A diferença é bem sutil”, diz Luiz Emanuel.
Sal do Himalaia
Este sal rosa é retirado de uma reserva natural no Paquistão, a 300 km da Cordilheira do Himalaia. O local era coberto pelo mar há cerca de 250 milhões de anos, por isso o sal tem uma grande quantidade de minerais. Mais forte, o sal do Himalaia é utilizado na finalização de pratos com mais personalidade.
Sal azul do Irã
A mistura de cristais transparentes e azulados confere a este sal uma cor bem típica, que mostra seus componentes minerais: potássio e cloro de potássio. “Dizem que esses sais fazem bem para a saúde por terem mais minerais, mas eu os uso principalmente por serem coloridos e pela estética do prato”, diz Clarice.
“O sal deve ser utilizado com parcimônia nos pratos até o ponto em que realce o sabor e não interfira no gosto do ingrediente”, alerta Barattino, que completa: “infelizmente a abolição total do sal comum ainda não foi possível. Utilizo os sais especiais para finalizar os pratos, onde acredito que façam uma enorme diferença”.
É possível encontrar sais gourmets em mercados como a Casa Santa Luzia ou o Empório Santa Maria, em importadoras de produtos gastronômicos ou pelo site das marcas Companhia das Ervas e Bombay.
Por Carol Almirón (carol@basilico.com.br)
É cada vez mais comum vermos no cardápio de alguns restaurantes a descrição do tipo de sal utilizado para finalizar os pratos. Os chefs têm utilizado as características dos sais gourmet para conferir um sabor mais delicado e um visual diferenciado a suas criações. Por serem mais puros, esses sais também contém uma concentração maior de minerais do que o sal comum.
A seguir, uma pequena descrição dos sais mais utilizados pelos chefs brasileiros e onde é possível provar os pratos preparados ou finalizados com eles.
Sal grosso
Seus cristais são maiores que os do sal comum e demoram mais para derreter. Apesar de ter características parecidas ao do sal de cozinha, ele é bastante usado pelos chefs na elaboração de sais aromatizados. No Dressing, o chef Edinaldo Santana usa o sal grosso para salgar a focaccia e carnes mais pesadas, como o carré de cordeiro (foto ao lado).
Além de destacar o sabor dos alimentos, o sal também tem outras funções, como conservar os alimentos. “Pode-se também fazer uma massa com sal grosso e clara de ovo, que serve de cobertura e proteção para assados”, lembra o chef José Barattino, do restaurante Emiliano.
Sal aromático
O sal misturado a algum outros ingredientes recebe o nome de sal aromático. O que lhe dá aroma são ervas e cascas de frutas adicionadas a ele. O chef Juan Germán, dos restaurantes paulistanos Bárbaro e Che Bárbaro lançou uma carta específica de sais aromáticos para harmonizar com carnes, aves e peixes. Ele adiciona ao sal grosso, por exemplo, alecrim, sálvia e macis (casca de noz-moscada).
Clarice Nishigaki, proprietária do Tomates e Bananas, também prepara seus próprios sais aromatizados e os usa tanto na preparação quanto na finalização dos pratos. “Em casa, preparava peixe com sal de gengibre, porco e picanha com sal de limão... Agora, no meu restaurante, faço o mesmo: planto minhas próprias ervas e misturo com sal grosso para colocar nos pratos do cardápio”, afirma a chef, que sempre tem a mão os potes com sal de limão com ervas, sal de gengibre e sal de laranja. “Acho que deste jeito o gosto das raspas fica menos acentuado”.
Ela destaca o prato Havaí, uma de suas criações, em que o camarão fica temperando no sal com laranja e hortelã, antes de ser salteado no azeite e servido com arroz com raspas de laranja, abacaxi grelhado e molho de abacaxi.
Segundo Clarice, é bem fácil fazer em casa seu próprio sal aromatizado: coloque duas medidas de sal grosso e uma medida de ervas secas ou raspas da casca da laranja ou do limão (sem a parte branca) em uma frigideira, esquente por alguns minutos, mexendo sempre, até o sal secar. Depois, triture a mistura ou coloque-a em um moedor.
Outra mistura interessante é a usada pela chef Flávia Mariotto no restaurante Condessa: um peixe no palliote com amêndoas e azeitonas finalizado com flor de sal de hibisco. No bar Astor e no SubAstor, um dos temperos usados no drinque Bloody Mary é o sal de aipo, que é colocado na borda do copo (foto ao lado).
Flor do sal
A queridinha dos chefs. A flor do sal é utilizada por 10 entre 10 cozinheiros da alta gastronomia. Ela é retirada artesanalmente de uma fina camada da superfície da água das salinas. Devido à ação do vento e do sol, os cristais apresentam sabor e textura diferenciados. A flor do sal, assim como a maioria dos sais gourmet, não apresenta aditivos.
Luiz Emanuel Cerqueira a utiliza em todos os pratos do Allez Allez, inclusive no steak de atum com crosta de tomate confit e caviar de berinjela (foto ao lado). “Eu gosto mesmo da flor de sal de Guérande (cidade francesa). Ele não tem adição de iodo e não agride no paladar”, comenta o chef. Já Clarice Nishigaki usa uma versão mais barata e nacional da flor do sal, produzida em Mossoró (RN).
O patê de campagne do Bistro Crêpe de Paris é feito feito com pato, porco, frango, ervas e flor de sal. "Optamos pela utilização da flor do sal, pois ela realça o sabor do prato, deixa na boca uma delicada sensação, agrega uma suave crocância e se dissolve rapidamente", diz o restauranteur Pierre Murcia. Já o O chef Rodrigo Gonçalves, da Forneria San Paolo, finaliza com o sal a carne Tagliata (foto ao lado).
Apesar de ser mais cara e rara do que o sal de cozinha, algumas casas a utilizam inclusive em sanduíches e doces. O FOX Café Restaurante utiliza a flor de sal no hambúrguer de salmão, de kafta e no de brie com aspargos.
No La Vie en Douce é possível comprar um bombom recheado de caramelo e flor do sal e na Anusha Chocolates a Páscoa deste ano terá como novidade um ovo de chocolate belga meio amargo com um leve toque salgado dado pelos cristais de flor de sal que são salpicados na parte externa (R$ 38, 150g – foto no alto).
Maldon
O sal Maldon, encontrado na região de Essex (Inglaterra) é raro porque não pode ser recolhido todo os anos. Seus cristais têm forma de escamas e o seu sabor é bem suave. O premiado chef Tsuyoshi Murakami usa este condimento em várias receitas encontradas no restaurante Kinoshita. No BottaGallo, o Uovo Guido (foto ao lado) - versão do ovo mollet - é finalizado com o sal.
Sal negro e vermelho do Havaí
São sais tradicionais, usados no Havaí para temperar e preservar os alimentos. O vermelho contém argila, rica em minerais, que dá ao sal um sabor suave. O negro tem carvão purificado em sua composição natural. No restaurante Tomates & Bananas é possível provar o sal negro salpicado nos camarões do prato Honolulu. “Ele chega a tingir a mão por ter carvão, mas em termo de sabor, em comparação com os outros sais gourmets, não muda muito. A diferença é bem sutil”, diz Luiz Emanuel.
Sal do Himalaia
Este sal rosa é retirado de uma reserva natural no Paquistão, a 300 km da Cordilheira do Himalaia. O local era coberto pelo mar há cerca de 250 milhões de anos, por isso o sal tem uma grande quantidade de minerais. Mais forte, o sal do Himalaia é utilizado na finalização de pratos com mais personalidade.
Sal azul do Irã
A mistura de cristais transparentes e azulados confere a este sal uma cor bem típica, que mostra seus componentes minerais: potássio e cloro de potássio. “Dizem que esses sais fazem bem para a saúde por terem mais minerais, mas eu os uso principalmente por serem coloridos e pela estética do prato”, diz Clarice.
“O sal deve ser utilizado com parcimônia nos pratos até o ponto em que realce o sabor e não interfira no gosto do ingrediente”, alerta Barattino, que completa: “infelizmente a abolição total do sal comum ainda não foi possível. Utilizo os sais especiais para finalizar os pratos, onde acredito que façam uma enorme diferença”.
É possível encontrar sais gourmets em mercados como a Casa Santa Luzia ou o Empório Santa Maria, em importadoras de produtos gastronômicos ou pelo site das marcas Companhia das Ervas e Bombay.
19 de mar. de 2010
PAI DE FAMÍLIA BRITÂNICO
Um pai de família britânico está transformando em negócio o que começou como uma brincadeira para tentar fazer um de seus filhos comer melhor.
Uma sugestão para aproximar as crianças dos alimentos saudáveis é fazer com que elas participem do preparo do cardápio da semana, da compra até a preparação do lanche. Eles podem ajudar na escolha dos pães e queijos e embalar os sanduíches, entre outras pequenas tarefas
VEJA OS SANDUÍCHES
Mark Northeast, um webdesigner de 36 anos, percebeu que seu filho de 4 anos "devorava" sem problemas legumes, verduras e carnes se eles viessem servidos em sanduíches em forma de animais ou personagens de desenhos animados.
"Meus amigos então começaram a me incentivar a transformar a ideia em uma ferramenta para ajudar pais e filhos a se divertir na hora de comer e a experimentar mais ingredientes diferentes", disse ele à BBC Brasil.
Nesta semana, ele aceitou uma proposta para publicar um livro com suas criações, e pretende estender sua marca, Funky Lunch, a produtos como lancheiras e aventais.
"Também pretendo começar a trabalhar em criações que incentivem um café da manhã e um jantar mais divertidos", contou.
Crianças "enjoadas"
Para Northeast, ter de inventar comidas para agradar as crianças não deve fazer com que elas fiquem cada vez mais "enjoadas" para comer.
"A prova é que funcionou com meu filho. Ele hoje come tomate, por exemplo, que era algo que ele não comia", afirmou. Ele reconhece que nem sempre os pais têm tempo e paciência para "inventar". "Mas espero que eles possam se inspirar no meu trabalho e usar a ideia de maneira positiva para garantir que as crianças façam refeições variadas e saudáveis", disse
Maria Luisa Cavalcanti
Da BBC Brasil em Londres
Uma sugestão para aproximar as crianças dos alimentos saudáveis é fazer com que elas participem do preparo do cardápio da semana, da compra até a preparação do lanche. Eles podem ajudar na escolha dos pães e queijos e embalar os sanduíches, entre outras pequenas tarefas
VEJA OS SANDUÍCHES
Mark Northeast, um webdesigner de 36 anos, percebeu que seu filho de 4 anos "devorava" sem problemas legumes, verduras e carnes se eles viessem servidos em sanduíches em forma de animais ou personagens de desenhos animados.
"Meus amigos então começaram a me incentivar a transformar a ideia em uma ferramenta para ajudar pais e filhos a se divertir na hora de comer e a experimentar mais ingredientes diferentes", disse ele à BBC Brasil.
Nesta semana, ele aceitou uma proposta para publicar um livro com suas criações, e pretende estender sua marca, Funky Lunch, a produtos como lancheiras e aventais.
"Também pretendo começar a trabalhar em criações que incentivem um café da manhã e um jantar mais divertidos", contou.
Crianças "enjoadas"
Para Northeast, ter de inventar comidas para agradar as crianças não deve fazer com que elas fiquem cada vez mais "enjoadas" para comer.
"A prova é que funcionou com meu filho. Ele hoje come tomate, por exemplo, que era algo que ele não comia", afirmou. Ele reconhece que nem sempre os pais têm tempo e paciência para "inventar". "Mas espero que eles possam se inspirar no meu trabalho e usar a ideia de maneira positiva para garantir que as crianças façam refeições variadas e saudáveis", disse
Maria Luisa Cavalcanti
Da BBC Brasil em Londres
18 de mar. de 2010
Aprenda seis receitas de drinques gelados feitos com café
Aprenda seis receitas de drinques gelados feitos com café
JULIANA CALDERARI
colaboração para a Folha de S.Paulo
Muito consumido nos países europeus, o café gelado demorou para cair no gosto dos brasileiros, tão apaixonados por um cafezinho. Apesar do clima quente do país, foi apenas com a disseminação de cafeterias requintadas e de grãos de café especiais na cidade --que começou no início dessa década-- que as receitas geladas deixaram de causar espanto nos consumidores.
Entre a extensa gama de drinques gelados oferecidos nos cardápios das cafeterias de São Paulo, há versões tradicionais, como o "iced coffee" e o café com leite gelado. Em outras, mais elaboradas, a bebida de propriedades estimulantes pode ser combinada com ingredientes como chantili, chocolate e doce de leite.
Para refrescar o paladar sem exagerar nas calorias, a Folha pediu receitas leves e saudáveis a alguns desses estabelecimentos que ajudaram a popularizar os cafés gelados na cidade de São Paulo.
Café latte gelado
Receita do Suplicy Cafés Especiais
Rendimento: 1 copo
Ingredientes
:: 1 copo de leite fresco ou desnatado
:: 1 dose de café expresso ou 40 ml de café coado
:: Gelo
Modo de preparo
1. Encha um copo com gelo
2. Complete com o leite, deixando cerca de dois dedos
3. Derrame uma dose de café expresso ou coado em cima
Informe-se sobre o local
Coffee shake de goiabada
Receita do Il Barista
Rendimento: 100 ml
Ingredientes
:: 2 colheres (sopa) de cream-cheese light
:: 4 e 1/2 colheres (sopa) de goiabada cascão light
:: 1 colher (sopa) de café solúvel ou coado bem forte
:: 30 ml de leite de soja light
:: 3 a 4 pedras de gelo
Modo de preparo
1. No liquidificador, bata o gelo e reserve
2. Bata o café solúvel ou coado com o cream-cheese, a goiabada e o leite de soja até formar uma espuma cremosa
3. Coloque o gelo e a espuma numa coqueteleira e misture bastante
4. Recorte um coração de goiabada para decorar o copo
Informe-se sobre o local
Nice iced coffee
Receita do Nice Cup
Rendimento: 1 copo
Ingredientes
:: 2 xícaras (café) de café coado ou 2 cafés expressos curtos
:: 2 colheres (chá) de açúcar
:: Raspas de casca de limão siciliano a gosto
Modo de preparo
- Coloque todos os ingredientes na coqueteleira e chacoalhe
Smoothie de café
Receita do Nice Cup
Rendimento: 2 copos
Ingredientes
:: 2 xícaras (café) de café coado ou 2 cafés expressos curtos
:: 1 copo de iogurte integral sem sabor
:: 1 copo de leite gelado
:: 4 colheres (sobremesa) de açúcar
:: 2 cubos de gelo
Modo de preparo
- Coloque todos os ingredientes no liquidificador e chacoalhe
Chope de café com tangerina e chá-verde
Receita do Il Barista
Rendimento: 100 ml
Ingredientes
:: 30 ml de café coado bem forte
:: 30 ml de chá verde (comprado pronto)
:: 1 ramo de alecrim
:: 2 tangerinas pequenas
:: 3 a 4 pedras de gelo
Modo de preparo
1. Lave bem as tangerinas. Descasque-as e coloque suas cascas no fundo do coador de café
2. Coloque o pó de café e despeje a água sobre ambos (as cascas e o pó)
3. Numa coqueteleira, misture esse café com o gelo
4. Adicione o chá verde e misture bem
5. Use um copo de bojo alto, como o de cerveja, para evidenciar o colarinho que se forma na bebida
6. Decore com um ramo de alecrim
Informe-se sobre o local
Shakeratto
Receita do Suplicy Cafés Especiais
Rendimento: 1 copo
Ingredientes
:: Gelo
:: Café
Modo de preparo
1. Encha um copo com gelo e a seguir complete-o quase totalmente com café expresso. No caso do coado, use uma proporção maior de café, de acordo com o copo
2. Bata tudo em um blender ou liquidificador e volte ao copo
Informe-se sobre o local
JULIANA CALDERARI
colaboração para a Folha de S.Paulo
Muito consumido nos países europeus, o café gelado demorou para cair no gosto dos brasileiros, tão apaixonados por um cafezinho. Apesar do clima quente do país, foi apenas com a disseminação de cafeterias requintadas e de grãos de café especiais na cidade --que começou no início dessa década-- que as receitas geladas deixaram de causar espanto nos consumidores.
Entre a extensa gama de drinques gelados oferecidos nos cardápios das cafeterias de São Paulo, há versões tradicionais, como o "iced coffee" e o café com leite gelado. Em outras, mais elaboradas, a bebida de propriedades estimulantes pode ser combinada com ingredientes como chantili, chocolate e doce de leite.
Para refrescar o paladar sem exagerar nas calorias, a Folha pediu receitas leves e saudáveis a alguns desses estabelecimentos que ajudaram a popularizar os cafés gelados na cidade de São Paulo.
Café latte gelado
Receita do Suplicy Cafés Especiais
Rendimento: 1 copo
Ingredientes
:: 1 copo de leite fresco ou desnatado
:: 1 dose de café expresso ou 40 ml de café coado
:: Gelo
Modo de preparo
1. Encha um copo com gelo
2. Complete com o leite, deixando cerca de dois dedos
3. Derrame uma dose de café expresso ou coado em cima
Informe-se sobre o local
Coffee shake de goiabada
Receita do Il Barista
Rendimento: 100 ml
Ingredientes
:: 2 colheres (sopa) de cream-cheese light
:: 4 e 1/2 colheres (sopa) de goiabada cascão light
:: 1 colher (sopa) de café solúvel ou coado bem forte
:: 30 ml de leite de soja light
:: 3 a 4 pedras de gelo
Modo de preparo
1. No liquidificador, bata o gelo e reserve
2. Bata o café solúvel ou coado com o cream-cheese, a goiabada e o leite de soja até formar uma espuma cremosa
3. Coloque o gelo e a espuma numa coqueteleira e misture bastante
4. Recorte um coração de goiabada para decorar o copo
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Nice iced coffee
Receita do Nice Cup
Rendimento: 1 copo
Ingredientes
:: 2 xícaras (café) de café coado ou 2 cafés expressos curtos
:: 2 colheres (chá) de açúcar
:: Raspas de casca de limão siciliano a gosto
Modo de preparo
- Coloque todos os ingredientes na coqueteleira e chacoalhe
Smoothie de café
Receita do Nice Cup
Rendimento: 2 copos
Ingredientes
:: 2 xícaras (café) de café coado ou 2 cafés expressos curtos
:: 1 copo de iogurte integral sem sabor
:: 1 copo de leite gelado
:: 4 colheres (sobremesa) de açúcar
:: 2 cubos de gelo
Modo de preparo
- Coloque todos os ingredientes no liquidificador e chacoalhe
Chope de café com tangerina e chá-verde
Receita do Il Barista
Rendimento: 100 ml
Ingredientes
:: 30 ml de café coado bem forte
:: 30 ml de chá verde (comprado pronto)
:: 1 ramo de alecrim
:: 2 tangerinas pequenas
:: 3 a 4 pedras de gelo
Modo de preparo
1. Lave bem as tangerinas. Descasque-as e coloque suas cascas no fundo do coador de café
2. Coloque o pó de café e despeje a água sobre ambos (as cascas e o pó)
3. Numa coqueteleira, misture esse café com o gelo
4. Adicione o chá verde e misture bem
5. Use um copo de bojo alto, como o de cerveja, para evidenciar o colarinho que se forma na bebida
6. Decore com um ramo de alecrim
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Shakeratto
Receita do Suplicy Cafés Especiais
Rendimento: 1 copo
Ingredientes
:: Gelo
:: Café
Modo de preparo
1. Encha um copo com gelo e a seguir complete-o quase totalmente com café expresso. No caso do coado, use uma proporção maior de café, de acordo com o copo
2. Bata tudo em um blender ou liquidificador e volte ao copo
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