27 de ago. de 2010

BUCHE DE PEIXE OU DE CAMARÃO

1) ETAPA


PEIXE USADO PARA O PREPARO : SHERNI

USAR OS SEGUINTES TEMPEROS SÃO ELES :

• CEBOLA PICADA

• UM POUCO DE PIMENTA DO REINO

• SHAMPION FRESCO

• VINHO BRANCO

• SAL A GOSTO

OBS : LEVE AO FORNO DURANTE

2) ETAPA

• QUANDO RETIRAR A TRAVESSA DE PEIXE DE DENTRO DO FORNO , SEPARAR O CALDO DO PEIXE EM VASILHAS SEPARADAS.

FAZENDO A PREPARAÇÃO DO CALDO DO PEIXE :

• SEPARADOS , MISTURAR NO CALDO DE PEIXE 1 OU 2 GEMAS DE OVO NO CALDO DE PEIXE SEM AS CLARAS.

• MISTURAR NA MESMA VASILHA CEBOLINHA PICADA PARA DAR UM CHARME NO TEMPERO.

• ACRECENTAR 1 LATA DE CREME DE LEITE.

OBS : LEVE AO FOGO NOVAMENTE E VAI MEXENDO ATÉ ENGROSSAR

3) ETAPA

PREPARO DA MASSA FOLHADA

OBS : ELE COMPROU PRONTA E SOMENTE FEZ 2 CIRCULOS SENDO 2 SEM FUROS E 2 COM FUROS NO MEIO DA MASSA , EM SEGUIDA LEVE AO FORNO A 180 GRAUS DURANTE 20 MINUTOS .

FORMINHAS DE PRESUNTO COM POMAROLA PARMEGIANA :

Qtde Medida Ingrediente

150 Grama(s) Presunto ralado

1 Lata(s) Molho de tomate pomorola tradicional (340,00 g)

50 Unidade(s) Mini tortinhas de massa folhada para rechear

modo de preparo

1.Em uma panela média, junte o presunto e o molho de tomate pomarola receitas sabor parmegiana misture e aqueça em fogo médio.

2.Recheie as forminhas de massa folhada e sirva-as em seguida.

3.Variação: se preferir, junte 3 fatias de salame picadas.

4.Dica: as forminhas são encontradas nos supermercados ou em padarias

24 de ago. de 2010

GUIA GASTRÔNOMICO DE SÃO PAULO

1. Provar o bolinho de bacalhau e o chope do Bar Leo, que, desde 1940, sai religiosamente abaixo de zero grau e com colarinho, na rua Aurora, 100, em Santa Ifigênia. Telefone : (11) 221 0247

2. Experimentar os docinhos de festa da doceira Di Cunto , na rua Borges de Figueiredo, 61, na Moóca.

3. Devorar uma pizza calabresa no Castelões, na rua Jairo Góes, 126, no Brás, com um bando de amigos. Telefone: (11) 229 0542.

4. Almoçar nas bancas de comidinhas das feiras de antiguidades das praças Benedito Calixto, em Pinheiros, e Dom Orione, no Bexiga, que acontecem no sábado e no domingo, respectivamente.

5. Circular pelas bancas do Mercado Municipal , na avenida do Estado, e consumir, sem medo de ser feliz, toda a sorte de guloseimas que encontrar pela frente.

6. Comer uma das especialidades do Bar Sujinho, o frango caipira, a qualquer hora da madrugada. A salada de repolho já faz parte do couvert. Coma sem preconceitos, é divina. O Sujinho fica na rua da Consolação, 2063. Telefone: (11) 3231 5487 (11) 3231 5487

7. Deliciar-se com os irresistíveis sorvetes da Häagen Dasz. A loja mais charmosa da rede fica na rua Oscar Freire, 900, Jardins. Telefone: (11) 3062 1099 (11) 3062 1099 .

8. Tomar vários copos de mate com leite espumante no Rei do Mate da avenida São João, 530. Telefone: (11) 222 7504

9. Comer qualquer item do cardápio 100% árabe do Almanara da rua Basílio da Gama, 70, no Centro - só a decoração anos 50 já vale a empreitada. Telefone: (11) 3257 7580 (11) 3257 7580

10. Ir ao brunch do Empório Santa Maria, na avenida Cidade Jardim, 790, aos sábados e domingos, e sentir-se no Dean&Deluca de Nova York . Telefone: (11) 3706 5211 (11) 3706 5211

11. Dar um pulinho no Rancho da Empada, na Rua Sena Madureira, 357, na Vila Mariana. As de camarão e palmito são incomparáveis. Telefone: (11) 5579-5330 (11) 5579-5330

12. Provar o penne com melão e presunto cru do Spot, na rua Ministro Rocha Azevedo, 72, em meio ao clima mais hollywoodiano de São Paulo e não dispensar as profiteroles. Telefone: (11) 3284 6131 (11) 3284 6131

13. Deleitar-se com os quindins, cocadas e beijinhos da Doceira Modelo, na rua Padre Raposo, 77, na Moóca. Telefone: (11) 6692 3196 (11) 6692 3196

14. Resistir, se puder, ao tradicional Bauru do Ponto Chic do Largo Paissandu. Telefone: (11) 222 6528

15. Deixar o regime de lado e atacar os generosos sundaes e bananas splits da Sorveteria Alaska, na rua Dr. Rafael de Barros, 70, no Paraíso. O chantilly é simplesmente divino. Telefone: (11) 3889 8676 (11) 3889 8676

16. Se abastecer de pães, frios e cia. na Padaria São Domingos , na Bela Vista, e sentir-se na Itália enquanto escolhe o que levar entre os comestíveis que 'decoram' a casa. Fica na rua São Domingos, 330. Telefone: (11) 3104 7600 (11) 3104 7600

17. Tomar milk shake com leite maltado no Rocket's , na alameda Lorena, 2090, enquanto ouve os hits dos anos 50 nas mini-jukebox dispostas sobre as mesas. Telefone: (11) 3081 9466 (11) 3081 9466

18. Deliciar-se com os bolos e pães preparados pelos monges do Mosteiro de São Bento. O Bolo Santa Escolástica é a melhor pedida. Telefone: (11) 228-3633

19. Provar qualquer prato absurdamente generoso do Gigetto, na rua Avanhandava, 63, e correr o risco de cruzar com figurinhas carimbadas do circuito teatral da cidade. Telefone: (11) 256 9804

20. Comer muitas empanadas e curtir a muvuca organizada do Bar das Empanadas, na rua Wisard, 489, na Vila Madalena. Telefone: (11) 3032 2116 (11) 3032 2116

21. Provar o sensacional filé coberto com muito alho do Filé do Moraes da praça Júlio de Mesquita, no centro da cidade. Telefone: (11) 221 8066

22. Conferir toda a tradição do Capuano, restaurante italiano fundado em 1912. Fica na rua Conselheiro Carrão, 416, no Bexiga. Telefone: (11) 288-1460

23. Degustar, sem peso na consciência, a dobradinha pastel de feira com caldo de cana em qualquer feira livre da cidade - de preferência na do Pacaembu, que acontece de segunda a sábado em frente ao estádio

24. Comer um beirute no Joakin´s, que serve os melhores de São Paulo há 31 anos, na rua Joaquim Floriano, 163. Telefone: (11) 3168 0030 (11) 3168 0030

25. Passar pela Cidade Universitária só para saborear o cachorro quente do Super Hot Dog. Fica na Rua do Estádio, Travessa C, logo atrás do Crusp

26. Tomar café expresso com pão de queijo no Café Girondino, nas imediações do Mosteiro de São Bento. Fica na Rua Boa Vista, 365, Telefone: (11) 229-4574

27. Comer o quanto puder no rodízio da churrascaria Fogo de Chão, na avenida Moreira Guimarães, 964, em Moema. Telefone: (11) 5530 2795 (11) 5530 2795

28. Tentar descobrir quem tem a melhor esfiha, o Jáber ou o Catedral. Os dois ficam quase lado a lado, na rua Domingos de Morais, no Paraíso - o Jáber no número 86 e o Catedral no 54

29. Provar o porpettone do Jardim di Napoli, na Rua Dr. Martinico Prado, 463, em Higienópolis. Telefone: (11) 3666 3022 (11) 3666 3022

30. Gastar todas as suas economias num jantar no Massimo. É caro, muito caro, mas vale a pena. O restaurante fica na Alameda Santos, 1826. Telefone: (11) 3284 0311 (11) 3284 0311

31. Tomar um breakfast supernatureba no Parque da Água Branca aos sábados de manhã e aproveitar para visitar a feirinha de produtos orgânicos que rola no local

32. Tentar resistir aos caprichados docinhos da Cristallo. Rua Oscar Freire, 914. Telefone: (11) 3082 1783 (11) 3082 1783

33. Correr para a Vila Madalena num sabadão ensolarado para comer (quase ao ar livre) em algum dos pontos mais concorridos do bairro, como o Bar do Sacha ou o Jacaré

34. Nada mais paulistano que uma boa pizza, certo? O Pedaço da Pizza, como o próprio nome já indica, serve a iguaria em pedaços. O melhor: fica aberto até altas horas da madrugada. Fica na Rua Augusta, 2931. Telefone: (11)3891 2431 (11)3891 2431

35. Surpreender-se com a mesa inacreditavelmente farta do As Mestiças. Nessa casa de chá em Moema, o cliente paga um preço fixo e tem direito a pães, bolos, salgadinhos, doces, chás, sucos... Alameda dos Aicás, 50. Telefone: (11) 5051 2547 (11) 5051 2547

36. Assistir a um concerto na Sala São Paulo, na antiga estação Júlio Prestes, que tem uma das melhores acústicas da América Latina. Telefone: (11) 3337 5414 (11) 3337 5414

37. Assistir a uma peça, um balé ou um concerto no Teatro Municipal e sentir-se no Ópera de Paris. Telefone: (11) 223 3022

38. Assistir a qualquer filme na Sala Cinemateca , que fica no antigo matadouro da Vila Mariana, na rua Senador Raul Cardoso, 207. Telefone: (11) 5084 2177 (11) 5084 2177

39. Peregrinar até o Teatro Alfa, ao lado da Ponte Transamérica da marginal Pinheiros, para curtir qualquer um dos espetáculos sensacionais que acontecem no local. Telefone: (11) 5693 4000 (11) 5693 4000

40. Pode até parecer um programa batido, mas uma visita ao Masp é realmente um programa obrigatório. Avenida Paulista, 1578. Telefone: (11) 251 5644

41. Ir a um ensaio da escola de samba Vai Vai . A quadra fica na Praça 14 Bis, no Bexiga

42. Conferir a programação do Centro Cultural Banco do Brasil, na rua Álvares Penteado, 112, centro da cidade. Telefone: (11) 3113 3651 (11) 3113 3651

43. Pegar um cineminha no Espaço Unibanco, reduto dos cinéfilos paulistanos. Fica na Rua Augusta, 1475, Consolação. Telefone: (11) 288 6780

44. Conferir as obras de arte do MAM (Museu de Arte Moderna), que fica dentro do parque do Ibirapuera , e do MAC (Museu de Arte Contemporânea), que fica dentro da USP.

45. Dar uma passadinha no Museu Lasar Segall, que funciona no imóvel que serviu de residência ao artista até sua morte, em 1932, fincado na Rua Berta - que abriga as primeiras construções modernistas do Brasil

46. Visitar o Museu de Arte Sacra , na avenida Tiradentes, 676, e...

47. ...aproveitar o passeio para conhecer a Pinacoteca , também na avenida Tiradentes

48. Conhecer o Centro Cultural do Liceu de Artes e Ofícios, na Rua da Cantareira, 1351, fundado em 1873.

49. Manter-se antenado na programação eclética do Sesc Pompéia, na rua Clélia, 93

50. Procurar preciosidades na biblioteca Mário de Andrade, na Praça Dom José Gaspar

51 Visitar o belo (e pouco conhecido) Teatro São Pedro, construído em 1917. Fica na Rua Barra Funda, 171. Telefone: (11) 3823 9660 (11) 3823 9660

52. Levar as crianças na Sala Disney do Cinemark do Shopping Santa Cruz . Lá são exibidos somente filmes infantis, e a decoração vai fazer a alegria dos pequenos. Rua Domingos de Morais, 2564, na Vila Mariana. Telefone: (11)3471 8066 (11)3471 8066

53. Conhecer o Teatro Oficina, na rua Jaceguai, 520, epicentro de manifestos vários nos anos 60

54. Conferir a biblioteca do Centro Cultural São Paulo, na rua Vergueiro, 1000

55. Sentir-se num pedacinho do Japão no bairro da Liberdade. O ideal é fazer a visita aos domingos, quando acontece uma animada feirinha ao lado do Metrô Liberdade

56. Dar uma volta na linha de ônibus Machado de Assis - Cardoso de Almeida (408P), que passa por alguns dos pontos mais interessantes da capital. O ponto de partida é na praça da rua Machado de Assis, no bairro da Aclimação

57. Passear pela Praça. Vilaboim, em Higienópolis, no sábado à tarde, com direito a uma parada estratégica na banca de jornal

58. Conferir a vista privilegiada do Bar do Jockey, na av. Linneu de Paula Machado, 1263, cercado de figurinhas da high society paulistana

59. Visitar o Parque da Luz, na av. Tiradentes, que passou recentemente por uma recuperação como poucas realizadas na cidade

60. Ir a uma festa de arromba no Bar do Hotel Cambridge, que fica na Av.Nove de Julho, 216

61. Ver o show dos padres do canto gregoriano no Mosteiro de São Bento , no Largo de São Bento, que acontece aos domingos, às 11h da manhã

62. Ir ao Parque do Ibirapuera, na av. República do Líbano, durante a semana num dia de sol

63. Tomar chá da tarde na Fundação Maria Luiza e Oscar Americano, na av. Morumbi, 4077, uma das boas coisas do Morumbi

64. Suar na matinê de domingo da boate A Lôca, na rua Frei Caneca, 916.Telefone: (11) 3159 8889 (11) 3159 8889

65. Conferir como ficou bonita a Catedral da Sé depois da reforma.

66. Matar o tempo no bar do Cinesesc, na rua Augusta 2075, antes do filme começar. Telefone: (11) 3082 0213 (11) 3082 0213

67. Curtir o clima ' Beverly Hills é aqui' da rua Oscar Freire, na porção mais efevercente dos Jardins

68. Ir às festas gênero 'mamma mia' das igrejas Achiropita, na rua 13 de Maio, 478, na Bela Vista (realizada aos finais de semana do mês de agosto), São Vito, na rua Poliana Amare, 51, no Brás (no dia 15 de junho), e São Genaro (no dia 19 de setembro), na Moóca

69. Encostar o carro na Praça do Pôr do Sol, no Alto de Pinheiros, no finalzinho de uma tarde de verão. A vista é fantástica...

70. Checar os últimos lançamentos e tomar um cafezinho na Livraria da Vila, na rua Fradique Coutinho, 915, na Vila Madalena. Telefone: (11) 3814 5811 (11) 3814 5811

71. Testemunhar um casamento nas charmosas capelas São José, na rua Dinamarca, no Jardim Europa, e São Pedro e São Paulo, na rua Pe. José Glieco, 111, no Morumbi

72. Mergulhar no universo paralelo criado pelas habitués da Daslu, a butique mais exclusiva da cidade, fincada na rua Júlio Diniz, 56, na Vila Nova Conceição

73. Visitar o Museu da Imigração e tentar descobrir as suas origens Fica na rua Visconde de Parnaíba, 1316, na Moóca

74. Meditar no templo zen da rua São Joaquim, 273, na Liberdade. Telefone: (11) 278 4515

75. Visitar as lojas da livraria Cultura e os cinemas em meio ao clima cinquentinha do Conjunto Nacional, na av. Paulista, 2073

76. Embarcar num programa em família no Simba Safári , que agora está menos emocionante, com os animais presos, mas ainda vale uma visita. Av. do Cursino, 6338

77. Dar um pulinho até a Zona Sul para conhecer o Autódromo de Interlagos e suas corridas. Fica na Avenida Senador Teotônio Vilela, 167. Telefone: (11) 5666 8822 (11) 5666 8822

78. Subir até o alto da Serra da Cantareira para conhecer as trilhas do Horto Florestal. Rua do Horto, 931. Telefone: (11) 6231 8555 (11) 6231 8555

79. Participar do terror instrutivo do Instituto Butantã, na av. Vital Brasil, 1500. Telefone: (11) 3726 7222 (11) 3726 7222

80. Assistir a um clássico no Estádio do Pacaembu, na Praça Charles Müller, sem número

81. Fazer um pit stop na boate Nostro Mundo, na Rua da Consolação, 2554 - ponto partida da São Silvestre Gay. Telefone: (11) 3259 2945 (11) 3259 2945

82. Caminhar pela Avenida Odila, no Planalto Paulista, famosa por suas árvores frutíferas como jaboticabeiras e cerejeiras

83. Ver 'relíquias', como a mala do Crime da Mala, encontradas no Museu do Crime, na Praça Reinaldo Porchat, 219, Cidade Universitária

84. Encarar o clássico da malhação sem frescura: a ACM Norte, na rua José Amato, 39, Limão. Telefone: (11) 3966-7511 (11) 3966-7511

85. Passear de carro pelos armazéns antigos da Avenida Presidente Wilson, entre os bairros do Ipiranga e da Moóca

86. Fugir para algum motel da Marginal Tietê quando a chuva começa a apertar e o trânsito a ficar complicado

87. Encarar uma noitada nostálgica no legendário Madame Satã

88. Passar o sábado na feirinha da Praça Benedito Calixto, em Pinheiros, e depois tomar um drink em um dos bares que ficam nas proximidades

89. Observar a fúria consumista chic do Shopping Iguatemi, na Av. Brigadeiro Faria Lima, 2232 e, no final, investir num coffee break estilo primeiro mundo no Gero Café

90. Marcar um programinha entre amigos na tradicional Pizzaria São Pedro, na rua Javari, 333, na Moóca

91. Entrar no embalo das noites regadas a litros de chopp no Bar Pirajá, na rua Nova Faria Lima, 64, em Pinheiros. Telefone: (11) 816 6413

92. Passear de bicicleta em pleno Minhocão. Nos finais de semana, o trânsito de veículos é proibido no local. Se você não tem bicicleta, é possível alugar uma por lá

93. Enfrentar filas homéricas para brincar nas atrações do Playcenter, na rua Dr. Rubens Meirelles, 380

94. Curtir o verde do pequeno mas simpático Parque da Aclimação, na rua Muniz de Souza, 1119, na Aclimação

95. Passar a noite de sábado na Vila Olímpia, cujos bares e boates reúnem a maior concetração de mauricinhos e patricinhas da capital paulista

96. Presenciar um jogo do Juventus no estádio da rua Javari

97. Visitar o Hotel Normandie, na av. Ipiranga, 1187, no Centro, e aproveitar para bebericar alguma coisa no bar

98. Aproveitar a tranqüilidade do Parque Siqueira Campos, mais conhecido como Trianon, um pedacinho de Mata Atlântica em plena Avenida Paulista

99. Pegar o trenzinho histórico que parte da estação da Luz, na Pça. da Luz, 1, rumo a Paranapiacaba

100. Dançar bastante no after hours do Susi in Transe, que começa às 8h da manhã. Fica na rua Vitória, 810, centro

101 Se acabar com o samba rock do Green Express, na Avenida Rio Branco, 90, centro. Ainda dá para comprar ótimos vinis no local

102. Percorrer a via-sacra paulistana, na avenida Nazareth , Ipiranga, abarrotada de que igrejas e colégios católicos

103. Observar o pessoal que faz bungee jump no viaduto da Avenida Doutor Arnaldo sobre a Avenida Sumaré

104. Ir aos jardins do Museu do Ipiranga, na av. Nazaré, s/n, e fazer de conta que está no Jardim de Luxemburgo, em Paris

105. Conhecer a trilha das boates baixo nível e o caos arquitetônico da Amaral Gurgel, bem embaixo do Minhocão

106. Conhecer o prédio do iG, na rua Amauri, 299, no Itaim

107. Andar de bicicleta por bairros mais tranqüilos e arborizados, como o Alto da Lapa ou o Jardim Europa

108. Mergulhar no mar de flores do Ceagesp, na rua Gastão Vidigal, 1946, de preferência na sexta-feira de manhã, quando os preços são bem mais em conta do que no sábado e o movimento, um pouco menor

109. Dar uma voltinha pelo Parque Burle Marx, na av. Dona Helena Pereira de Morais, 200, no Morumbi

110. Em qualquer passeio de metrô, fazer uma parada estratégica na estação República do metrô para observar os painéis de Antônio Peticov

111. E já que o assunto é metrô, a estação Sumaré também vale uma visita, pela vista e também pelos painéis de Alex Fleming

112. Fazer um tour histórico pela Ladeira da Memória, que fica na saída da rua Xavier de Toledo da estação Anhangabau do metrô, e que abriga o primeiro monumento público de São Paulo : um obelisco em forma de pirâmide erguido em 1814

113. Conhecer os casarões de Campos Elíseos, na região central - e perceber que, mesmo abandonados e transformados em cortiços, ainda conseguem conservar parte de sua beleza

114. Ficar boquiaberto com os contrastes do Jardim Ângela - que concentra, de um lado, mansões que abrigam parte da nata da sociedade da zona Sul e, do outro, a área considerada a mais violenta da capital paulista

115. Curtir o visual do alto do Terraço Itália (av. Ipiranga, 344, 41º e 42º andar) durante um jantar incrementado com baixelas de prata

116. Aproveitar o clima de praia da represa de Guarapiranga, na zona Sul

117. Encontrar toda a sorte de folhas milagrosas, utilizadas nos mais variados tipos de chás medicinais, no Largo da Batata, em Pinheiros

118. Ir até o Mirante da Lapa e conferir um visual cinematográfico deitado no gramado

119. Visitar o jardim que fica no alto do prédio do Banespa da Praça do Patriarca, no centro da cidade. A entrada é gratuita, e o local está aberto para visitação de segunda à sexta, das 10h às 17h.

120. Visitar todas as lojas da Galeria do Rock, na rua 24 de Maio, 62, e aproveitar a viagem para conhecer a galeria vizinha e comprar todos os CDs importados que o seu bolso deixar

121. Comprar coisas absurdas na Galeria Ouro Fino, na rua Augusta, 2690 e, se for o caso, aproveitar para investir em uma tatuagem ou em um piercing

122. Garimpar úteis-fúteis no Promocenter da rua Augusta com a Luís Coelho

123. Comprar flores no Largo do Arouche

124. Se entregar a um dia de consumo selvagem no circuito José Paulino, 25 de Março e ladeira Porto Geral

125. Conferir o sortimento high-tech e as baciadas da Galeria Pajé, na rua 25 de Março

126. Comprar revistas na banca da avenida São Luiz com a Ipiranga

127. Vasculhar o acervo de CDs da Pop´s Music, na rua Teodoro Sampaio, 763, loja 4

128. Conferir o acervo do Sebo Messias, o mais tradicional da cidade, com seus corredores estreitos e toda a sorte de relíquias. Fica no centro da cidade, na praça João Mendes, 166

129. Divertir-se com os contrastes da Loja de Velas Santa Rita, na Praça da Liberdade, 248, que, de um lado, oferece santinhos católicos e, do outro, os ícones máximos do candomblé

130. Conferir as novidades do Sex Shop Ponto G, na rua Amaral Gurgel, 206. Telefone: (11) 223 3011

131. Conferir o universo eletrônico da rua Santa Ifigênia e aproveitar o passeio para encontrar tudo, tudo mesmo, no quesito eletrônicos

132. Encararar, com um sorriso nos lábios, as promoções imperdíveis do Shopping D, na av. Cruzeiro do Sul, 1100

133. Pechinchar correntinhas, anéis e pulseiras na rua do Ouro, também conhecida como rua Barão de Paranapiacaba, no centro da cidade

134. Fazer o circuito das lojas de decoração da al. Gabriel Monteiro da Silva

135. Ir até a rua das Noivas, ou rua São Caetano, e encontrar tudo sobre o tema

136. Passar a tarde ouvindo CDs e folheando livros na gigantesca Fnac de Pinheiros. Fica na Avenida Pedroso de Moraes, 858. Telefone: (11) 3097 0022 (11) 3097 0022

137. Garimpar roupas das melhores grifes do brechó Trash Chic. Fica na Rua Carlos de Carvalho, 95, Itaim. Telefone: (11) 3167 4331 (11) 3167 4331

138. Comprar bijuterias e objetos de decoração na feira hippie da Praça da República, que acontece todos os domingos

139. Abastecer-se de produtos importados na Casa Santa Luzia, o supermercado mais chique da cidade. Fica na Alameda Lorena, 1471, Jardins.

140. Subir até a sobreloja do número 176 da Rua Sete de Abril, no centro. Lá estão diversas lojas especializadas em vinis. Ótima pedida para encontrar aquela raridade

141. Fazer o circuito das lojas de decoração da Alameda Gabriel Monteiro da Silva, no Jardim Europa

142. Passear pelas três unidades da Livraria Cultura no Conjunto Nacional. Fica na Avenida Paulista, 2073

143. Conferir o estilo art nouveau do Teatro São Pedro, na rua Barra Funda, 171

144. Deslumbrar-se com a arquitetura gótica do prédio que abriga a Santa Casa desde 1886. Fica na rua Cesário Motta Júnior, 112, na Vila Buarque

145. Se arrepiar ao avistar o prédio art deco da Secretaria de Esportes e Turismo, na Praça Antônio Prado, nº 9, próximo à rua São Bento, no centro

146. Analisar a arquitetura kitsch do Motel Faraós, na entrada da Via Anchieta, enquanto curte uma noite, no mínimo, bizarra

147. Incorporar um caça-vampiros antes de visitar os túmulos grã-finos do Cemitério da Consolação

148. Percorrer a av. Ipiranga para ter a vista mais incrível do histórico Edifício Copan, assinado por Oscar Niemeyer

149. Conhecer um dos mais famosos verticais da cidade, o edifício Treme-Treme, na Rua Paim, Bela Vista

150. Conferir a arquitetura art noveau do Colégio Santa Inês, na Rua Três Rios, 362, no Bom Retiro

151. Visitar o mirante do prédio do Banespa, um dos cartões postais mais populares de São Paulo, na rua João Bricola, 24

152. Surpreender-se com o vão livre do MASP (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand), na avenida Paulista, 1578

153. Conhecer o mórbido prédio do Dops, vizinho à Estação Julio Prestes, agora transformado em Centro Cultural. Fica no Largo General Osório, 66

154. Percorrer, a pé, a trilha das mansões das arborizadas ruas do Jardim América, um dos bairros residenciais mais charmosos da zona Sul de São Paulo

155. Dar uma espiada na casa de Armando Álvares Penteado, na rua Maranhão, 86, uma das construções mais refinadas da cidade a seguir o estilo art noveau. Atualmente a casa abriga as turmas de pós-graduação da FAU (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo)

156. Visitar o magnífico palacete da Vila Itororó, hoje transformado em cortiço. O acesso é feito pela rua Martiniano de Carvalho, na Bela Vista

157. Conhecer o Pátio do Colégio, no centro da cidade, onde tudo começou

158. Fazer o circuito dos prédios estilosos do bairro de Higienópolis, entre as ruas Piauí e Aracaju - os Edifícios Piauí , Bretagne e Cinderela

159. Não perder de vista o Edifício Santa Elisa em um passeio pelo Largo do Arouche

160. Ter o prazer de conhecer uma autêntica vila napolitana na rua Vitorino Camilo, no coração da Barra Funda

161. Conferir a exuberância da cúpula da Igreja Ortodoxa, ao lado do Metrô Paraíso

162. Tentar descobrir, em um passeio a pé, se os arranha-céus da Avenida Paulista são bonitos ou horrorosos

163. Conferir a cafonice chic da Igreja Nossa Senhora do Brasil, na esquina da rua Colômbia com a avenida Brasil

164. Escalar o Pico do Jaraguá para espiar o visual lá de cima

165. 'Babar' com a arquitetura anos 50 da casa que, dizem, já pertenceu a Sílvio Santos, na rua Professor Fonseca Rodrigues, no Alto de Pinheiros, dona de um dos layouts mais atraentes da área

166. Observar o projeto bizarro da Casa Bola, na rua Amauri

167. Conhecer a faculdade de Direito do Largo São Francisco

168. Tomar um café no saguão do Aeroporto de Congonhas e, enquanto espera o seu vôo, apreciar os detalhes da arquitetura dos anos 50 da construção

169. Tirar uma foto do Edifício Esther, na Praça da República (tombado pelo Condephaat) e do Edifício Viadutos (com arquitetura típica dos anos 50), no final da av. São Luís

170. Visitar o Palácio das Indústrias, sede da Prefeitura, logo ao lado do Parque Dom Pedro II

171. Conhecer o Palácio dos Campos Elísios, que foi sede do governo do Estado. Fica na avenida Rio Branco, 1269

172. Visitar o Edifício Parque das Hortênsias, na av. Angélica, ícone dos anos 50

173. Visitar o Prédio da Bienal, no Ibirapuera, de preferência em um dia de evento

174. Ir até a sinagoga Beth-el, na rua Martinho Prado, 175

175. Surpreender-se como o tamanho e a arquitetura impressionante do Tribunal de Justiça, ao lado da Catedral da Sé

176. Descer a famosa escadaria da rua Cristiano Vianna, no bairro de Pinheiros , que desemboca na rua Cardeal Arcoverde

177. Entrar no pátio entre os prédios antigos da PUC (Pontifícia Universidade Católica), na rua Monte Alegre, em Perdizes, para se entregar ao ócio enquanto observa cada um dos detalhes de sua arquitetura

178. Percorrer as lojas do Shopping Light, no Viaduto do Chá

179. Visitar o Solar da Marquesa, ao lado do Pátio do Colégio, para ver um pouco da arquitetura colonial, típica de cidades históricas como Parati

180. Circular pelo jardim interno da Universidade São Marcos, que lembra um claustro, na avenida Nazareth , Ipiranga

181. Atravessar o viaduto Santa Ifigênia, agora livre dos camelôs

182. Descer na estação Santa Cruz do metrô só para observar os traços de dois dos colégios que fizeram sucessos nos anos dourados: o Arquidiocesano e o Madre Cabrini

183. Em um passeio pelo bairro de Perdizes, fazer paradas estratégicas no portão do Colégio Batista, na rua Dr. Homem de Mello, em Perdizes, um dos mais tradicionais da cidade, e na capela do colégio São Domingos

184. Se estiver passando pela rua General Olímpio da Silveira, nas imediações do minhocão, dar um pulo no Castelinho, umas das 'pérolas' arquitetônicas da cidade que, vira-e-mexe, é invadida pelos sem-teto

185. Visitar o tradicional Colégio Sion, na avenida Higienópolis, 983

186. Conhecer o Memorial da América Latina, projetado por Oscar Niemeyer. A construção foi erguida em 1989 e não caiu até hoje nas graças dos paulistanos - que a consideram pouco convidativa. Fica em frente à estação Barra Funda do metrô

187. Observar a trilha de palacetes da década de 30 no bairro do Ipiranga, na rua Bom Pastor

188. Ir até a Vila Economisadora (com 's' mesmo), na rua São Caetano, para conferir como viviam os operários no início do século XX

189. Ir até o prédio do TRT, na Barra Funda, e verificar até onde a corrupção tem relação direta com a arquitetura

190. Surpreender-se com a atmosfera pós-moderna dos edifícios da Avenida Luís Carlos Berrini, no Brooklin

191. Fazer seus pedidos ao santo das soluções imediatas na Igreja de Santo Expedito, na rua Jorge Miranda, 264, perto da estação Tiradentes do metrô

192. Admirar a extravagância do Instituto Tomie Ohtake, na Avenida Faria Lima, 201, em Pinheiros

193. Rir um pouco com a estátua totalmente desproporcional de Duque de Caxias (incrivelmente assinada por Victor Brecheret) plantada na avenida Rio Branco

194. Encantar-se com a fachada do Teatro Cultura Artística, que ostenta um imenso painel de Cândido Portinari. Fica na rua Nestor Pestana, 196, centro

195. Tirar muitas fotos da Catedral da Sé, que recentemente foi restaurada

196. Conferir a imensidão do Vale do Anhangabau de cima do Viaduto do Chá

197. Visitar o prédio histórico dos Correios, no vale do Anhangabau (Hoje é um Centro Cultural)

198. Posar para uma foto em frente ao Monumento às Bandeiras - também conhecido como 'Deixa que eu empurro' -, de Victor Brecheret, em frente ao parque do Ibirapuera

199. Curtir um dos cenários mais realistas da vida em São Paulo : o emaranhado de prédios que se vê a partir do bairro da Bela Vista

200. Visitar a Casa das Retortas, próximo à sede da prefeitura, onde funciona parte da administração municipal. No passado, o local foi um importante centro cultural. Fica na Rua das Figueiras, 77

11 de ago. de 2010

MATÉRIAS DE CHEF DE COZINHA FAMOSOS

28/07/2010 - 14:00

Haroldo Ceravolo Sereza
São Paulo

Por que Olivier Anquier é cozinheiro e Gordon Ramsay é chef

Depois que a realidade fabricada tornou-se o modelo por excelência dos novos programas de televisão, a rede internacional de produtoras invadiu, sem constrangimento, o espaço privado.

Superbabás nos ensinam a cuidar dos filhos; estilistas fazem cara de muxoxo para as roupas de mulheres que querem ficar 30 anos mais jovens; gays espertinhos ajudam o hétero casca-grossa a encontrar um estilo mais “apropriado”.

Há ainda o pessoal que invade sua casa, muda a decoração, vende suas bugigangas a preço de banana no jardim. Os objetos que ninguém quer tomam o providencial rumo de uma instituição de caridade, e brinquedos antigos, móveis descascados, tênis com chulé de adolescente e outros objetos sem valor de troca e/ou de uso sobem no rabecão do amor ao próximo desconhecido. Um jeito simpático, mas nada discreto, de enterrar a culpa pelo consumo desmedido ao mesmo tempo em que se esvaziam armários para a chegada de mais tranqueiras de plástico.

Nessa invasão do mundo privado, claro, a TV meteu seu pé na cozinha. A receita é velha, mas foi adaptada ao gosto contemporâneo. Tia Palmirinha, com suas tortas, é ridicularizada pelos moderninhos, ou tratada como um ingênuo produto da cultura de massas, uma decadência do modelo Ofélia Anunciato ou, mais precisamente, do modelo Julia Child, a personagem que deu origem à história do filme Julia e Julia.

Leia mais:

O mundo sem Jack Bauer

O consumo pornográfico de Sex and the City

“Forma Saramago” foi capaz de desafiar o leitor e de fazê-lo popular

O fascinante fascismo de Lady Gaga: uma nova Leni Riefenstahl?

Erykah Badu, porque a cor da pele ainda faz diferença no país de Michael Jackson e Hillary Clinton

Julia e Ofélia (tiro Ana Maria Braga da conversa porque ela é pós-moderna demais para a discussão, ela é tudo e não é nada ao mesmo tempo) exibiam a execução de suas receitas, suas fórmulas e seus toques que podiam ser copiados pelas mulheres no espaço da casa que, por excelência, elas dominavam.

Há novos modelos, como a suspirantemente sexy e nada adstringente Nigella Lawson. Mas a comida, agora, também é masculina, e neste texto são eles que contam. Porque, mais que cozinhar, os cozinheiros e chefs cumprem papéis especiais.


Peguemos os exemplos extremos: o francês Olivier Anquier e o inglês Gordon Ramsay, estrelas de programas na TV paga que ditam o gosto e a postura da classe média preocupada em ser também aquilo que come.

Olivier é cozinheiro; Ramsay é chef.

Olivier Anquier é simpático, a pede licença, faz uma comida do coração. Ramsay mostra, com seus "Kitchen Nightmares", que há uma ordem no mundo e, se você quer se dar bem, tem de segui-la. Olivier toca a campainha e elogia a dona do fogão. Ramsay arromba a porta, humilha os funcionários, desce ao porão para encontrar baratas, ratos e moscas que os restaurantes ou conseguem evitar ou precisam esconder.

Gordon discute com cliente durante gravação de "Kitchen Nightmares" (em inglês)

O local aparente das viagens e dos pratos de Olivier Anquier (e de seu semelhante inglês, Jamie Oliver) é a casa, a vila, a cidade pequena, o país de origem.


O espaço que Ramsay conquista é a fachada e a rua (uma casa especializada em comida indiana na Broadway nova-iorquina, por exemplo), o espaço público privatizado e internacionalizado do restaurante.

Anquier conquista pela pessoalidade, pela proximidade, pela amizade, por ouvir. Ramsay domina por meio do planejamento, da sistematização, da violência verbal.

Anquier nos mostra como negociar, como ceder, como agradar. Seu sotaque francês completa a brincadeira e faz chegar ao lugar comum: é preciso falar a língua do outro. Por isso, para ele, vale mil vezes mais um elogio falso que duas críticas construtivas.

Trecho do programa "Diário do Olivier", exibido pelo canal GNT

Ramsay, cara enrugada, falar grosso, andar rápido e objetivo, simboliza o poder. Os funcionários de cada um dos empreendimentos que reforma são os coadjuvantes do sucesso do chef, ou melhor, do chefe. Ramsay explica, em cada uma das suas intervenções, o que é preciso fazer para um restaurante ter sucesso: cardápio adequado ao gosto e à capacidade de pagamento do cliente, decoração planejada, ritmo de produção na cozinha e na entrega do prato. Os ingredientes, mostra ele, têm de ser frescos não só porque são mais saborosos, mas porque são mais baratos. A mais-valia, afinal, tem de ficar com o dono do negócio, não com o fabricante de batatas fritas!

Para quem não o obedece, o destino inelutável do fracasso.

A cozinha de Ramsay é, assim, a extensão da padaria de Anquier por outros meios. Mas ambos, com suas paneladas televisivas nos ajudam a engolir “tudo isso que está aí”. Sem reclamar.

COMIDA DI BUTECO DESPERTA PALADARES

Caviar da Roça
Ingredientes:
200g de chouriço
1 tomate verde
½ cebola
4 dentes de alho grandes
3 colheres de sopa de azeite
Salsa, cebolinha, sal e pimenta a gosto.
Preparo:
Colocar um fio de azeite em uma frigideira, retirar a tripa do chouriço, fatiar o recheio e saltear. Quando secar, reservar. Dourar a cebola e o alho, picados em cubos, picar a cebolinha e salsinha à Juliana (picado miudinho). Misturar os ingredientes ao chouriço e temperar com cheiro verde pimenta e sal a gosto. Servir com torradas cobertas com pasta de queijos e ervas picantes.
Rabo apertado
Ingredientes:
1,5 kg de rabinho de porco picado ( de preferência, rabinhos mais finos ).
1,5 kg de jiló verde
Três cebolas médias
Três tomates médios maduros
Meio pimentão verde
Dois ovos de galinha
Um copo de farinha de mandioca fina / branca ( de preferência da Bahia )
cebolinha
salsinha
Óleo de canola, sal e alho.
Duas garrafas de cerveja
Preparo:
Rabinho de porco:
Picar o rabinho de porco em pedaços pequenos
Refogar o rabinho de porco com alho e sal ( uma colher ), em óleo bem quente. Depois de bem tostado, adicionar pimenta de cheiro a gosto, uma garrafa de cerveja e um pouco de água e colocar na pressão, por 45 minutos.
Virado de jiló:
Descascar o jiló e picá-lo bem pequenino ( pode ser tb. Ralado ou triturado no liquidificador, virando uma pasta. Refogar esse jiló picadinho ( ou em pasta ), em óleo, alho e sal. Depois de refogado, adicionar as cebolas, os tomates e o pimentão bem picadinhos e fazer novo refogam. Adicionar pimenta de cheiro a gosto, uma garrafa de cerveja e um pouco de água até cobrir toda a pasta. Cozinhar por 30 minutos. Quebrar os dois ovos crus nesse cozido e misturar bem. Adicionar a farinha fina, aos pouquinhos, não parando de misturar, até atingir o ponto de consistência que se deseja ( mais mole ou mais consistente. Enquanto mistura, adicionar salsinha e cebolinha, a gosto)).
Modo de servir
Deixar o rabinho e o virado bem quentes
Informar o virado em uma forminha de bolo ( daquelas que deixam um vazio no centro ). Desinformar em um pires.
Colocar o rabinho com seu caldo, no vazio do centro, “apertado” pelo virado de jiló, em sua volta.
Enfeitar com cebolinha e salsinha, em cima do rabinho e do virado.
Servir com uma dose de boa cachaça.
Rabo Quente
Ingredientes:
Rabo de boi
Espinafre
Fubá (para polenta)
Tempero de sua preferência
Preparo:
Cozinhar o rabo e refogar o espinafre separadamente.
Depois dos dois prontos, misture-os. Faça a polenta e sirva de complemento do prato.
Obs: Tudo é servido no mesmo prato.

14 de jun. de 2010

COMIDA DI BUTECO DESPERTA PALADARES

Festival acontece até o dia 27 de junho em 20 bares da cidade



11/06/2010 - 16:25


EPTV.com - Thaisa Figueiredo


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Agora é para valer! A partir desta sexta-feira (11) o público já pode percorrer os 20 bares de Ribeirão Preto, participantes da 1ª edição do Festival Comida di Buteco. O voto popular vai até o dia 27 de junho e para participar os botequeiros precisam ir até um dos bares participantes do festival pedir o prato concorrente e avaliar os quesitos petisco, atendimento, higiene e temperatura das bebidas.

Onde as pessoas avistarem as bandeirolas do Comida di Buteco, ali estará um dos tira-gosto concorrente ao título de melhor quitute de Ribeirão Preto. (Veja a relação abaixo)

Seleção

Para a escolha dos botecos e dos petiscos, uma comissão especializada percorreu os bares de Ribeirão Preto, como clientes comuns, para avaliar e elencar os que participariam desta edição do festival. Entres os critérios de escolha estavam: o dono do bar deveria estar a frente do negócio; o petisco precisava ser uma comida caseira. Os botecos estão estrategicamente espalhados pela cidade. O que causa uma grande interação e surpresa do público, que pode visitar locais surpreendentes.

As outras cidades que recebem a edição do evento, além de Ribeirão Preto são as mineiras Belo Horizonte, Ipatinga, Montes Claros, Poços de Caldas, Uberlândia; no Estado de São Paulo, Campinas e São José do Rio Preto; o Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e Goiânia (GO).

Júri secreto

Na noite de quinta-feira (10), um júri secreto composto por dois grupos percorreu seis bares da cidade para dar as primeiras notas do festival. Acompanhados do organizador e criador do concurso, o gastrônomo Eduardo Maya, os convidados seguiram em vãs rumo aos quitutes.

Maya explicou que a cidade foi escolhida pelo fato de possuir a genuína cultura de boteco e locais com características peculiares. “Existem famílias inteiras administrando alguns locais, comida tradicional, mesas nas calçadas, essas são algumas das coisas que marcam determinados lugares. Nosso foco é gastronomia de raiz.”

O primeiro destino dos jurados foi o Empório Brasília no Centro de Ribeirão Preto. A sócia do bar, Eliane Martins, apresentou o “Trio Brasília” (foto do alto), um combinado de torresmo, carne seca e mandioca. Eliane afirmou que o prato foi incrementado e que antes da estreia, aprovado pelos clientes cativos do bar. “Escolhemos o torresmo por ser o mais tradicional da casa e quisemos dar uma turbinada no prato acrescentando a carne seca que combina muito bem com a mandioca. Quando a participação, Eliane disse que a expectativa é grande. “Estamos positivos e com grande expectativa porque é a primeira vez que participamos de um concurso como este. As pessoas gostam de novidades e isso vai ajudar a atrair ainda mais gente.”

Antes de provar o prato acompanhado de um cerveja gelada, Eduardo Maya convidou a todos a provar a azeitada. Não havia receita, apenas uma colher cheia de um bom azeite. Muita gente fez cara feia e alguns até fugiram da experiência, que segundo Eduardo, ajuda a revestir o estômago para que ele não sofra com os efeitos do álcool.

O organizador acredita que o festival é uma forma de reerguer alguns botecos que andavam esquecidos no imaginário das pessoas. Há 11 anos, ele promove o Comida di Buteco, que já é um evento mais do que tradicional na capital mineira, Belo Horizonte, onde tudo começou. Em 2009, só em BH, 800 mil pessoas participaram da edição que recebeu mais de 164 mil votos, segundo o Vox Populi.

Caravana

O júri que se esbaldou no torresmo seguiu em frente ainda com espaço reservado para degustar mais dois pratos. O próximo ponto foi o Nosso Buteco (foto nº 2), aliás um novato na noite ribeirãopretana.

Danilo Araujo, dono do bar, trouxe à mesa o “Porco Mineiro” – uma almôndega de pernil, com queijo mineiro empanado e bolinho de pernil recheado. Antes disso, o júri pode conferir a “Caravela Nacional”, uma entrada feita especialmente para o mundial de futebol, que traz o famoso Doritos em uma combinação com ovo cozido e um patê de atum feito.

“O festival é um desafio. O trabalho vai aumentar agora e esperamos que as pessoas gostem desse prato criado especialmente para o festival. Desenvolvemos até uma apresentação especial, para dar mais vista à comida”, explicou Danilo.

O mais aplaudido foi o queijo empanado que rapidinho se esgotou em todos os pratos colocados à mesa.

Fim do roteiro

Cédulas na urna, hora de seguir em frente para o último bar previsto para a noite. E esse surpreendeu muita gente pelo fato de estar localizado em uma das avenidas mais movimentadas da cidade. Sabe aquele lugar por onde você sempre passa , mas nunca se interessou em entrar? Foi lá mesmo onde a caravana do Comida di Buteco foi parar. Bikinho do Chico é o nome do boteco, que fica em uma esquina da Avenida Francisco Junqueira.

Os jurados já haviam sido avisados de que comeriam a melhor berinjela (foto ao lado) na brasa da cidade. E foi isso o que aconteceu: a “Berinjela na Brasa” com recheio de presunto e queijo conquistou o paladar do grupo e recebeu altas notas.

Circuito dos 20 botecos

1- Bar 5ª Skina

Rua Daniel Kujawski, 333 – Jardim Paulista

Petisco concorrente: “Carne seca com rabanada ao alho” – carne seca com cebola acompanhada com rabanada ao alho

2- Bar do Alvino

Rua General Osório, 1429 – Centro

Petisco concorrente: “Sarapatéu” – sarapatéu, miúdos de suíno, calabresa, bacon, tomate e cebola

3- Bar do Chorinho

Rua Iara, 93 – Jardim Macedo

Petisco concorrente: “Bolinho de Bacalhau” – bolinho de bacalhau

4- Bar do Zé e da Sandra

Rua Sete de Setembro, 344 – Centro

Petisco concorrente: “Coxinhas de frango Marinadas” – coxinhas de frango marinada

5- Bar Norte e Sul

Avenida Costa e Silva, 1580 – Campos Elíseos

Petisco: “Croquete de Carne Seca” – croquete de carne seca desfiada com batata

6- Baralto

Rua Espírito Santo, 1097 – Sumarezinho

Petisco: “Canudo de Carne Seca” – canudo de carne seca

7- Bikinho do Chico

Avenida Francisco Junqueira, 1392 – Centro

Petisco: “Berinjela na Brasa” – berinjela assada na brasa com recheio de presunto e queijo

8- Café Bali Hi

Avenida Senador César Vergueiro, 743 – Jardim Irajá

Petisco: “Quiabo com bacon na grelha” – porção de quiabo com bacon na grelha

9- Cantina Toninho Carlão

Rua Florêncio de Abreu, 1779 – Vila Seixas

Petisco: “Aliche Temperado” – Aliche temperado

10- Carneiro e Cia

Rua Franca, 697 – Jardim Paulista

Petisco: “Carneiro a Palito” – Carneiro no palito com molho de mandioca e molho de hortelã

11- Empório Brasília

Rua Florêncio de Abreu, 1059 – Centro

Petisco: “Trio Brasília” – combinado de torresmo, carne seca e mandioca

12- Empório Multi Mix

Rua Sir Alexander Fleming, 120 – Vila Seixas

Petisco: “Linguiça na chapa” – hambúrguer de linguiça. Coberto com cebola, tomate e queijo

13- Lanchonete Primavera

Rodovia S/n Jurucê

Petisco: “Torresmo da Neyde” – Torresmo

14- Menino da Tábua

Avenida Magid Simão Trad, 1145 - Simioni

Petisco: “Garrão” – Combinado de carne seca, calabresa, garrão e feijão branco

15- Mercearia São José

Rua Dr. Guilherme Macarron, 84 – Castelo Branco Novo

Petisco: “Dobradinha” – dobradinha

16- Nosso Buteco

Avenida João Fiúsa, 1148 – Alto da Boa Vista

Petisco: “Porco Mineiro” – almôndega de pernil, queijo mineiro empanado. Bolinho de pernil recheado

17- O Buteco

Novo Mercadão – Box 71/72

Petisco: “Ta...buteco” – tábua de tulipinhas de frango e linguiça de pernil acompanhada de torradas

18- Pastelaria Rios

Mercado Municipal – Box24/28

Petisco: “Pastel de Bacalhau” – pastel de bacalhau

19- Trem Caipira

Rua Heitor Chiarello, 883 – Jardim Irajá

Petisco: “Lingüiça de Metro” – linguiça, cebola, pão de alho, vinagrete, farinha e pimenta

20- Ypê Bar

Rua Lafaiete, 1731 – Vila Seixas

Petisco: “Tilápia a nossa moda” – filé de tilápia grelhado, batata sautée, molho tártaro

FESTAS JUNINAS

Eu adoro nas festas juninas. Tudo. O ambiente colorido por bandeirinhas, os vestidos floridos, os cabelos trançados, a música, a dança e, claro!, as comidas.

Cupcake de pamonha


(08 unidades)

Massa

120 g de farinha de trigo

110 g de manteiga

90 g de açúcar

50 g de purê de milho*

2 g de fermento

40 ml de leite

1 ovo

Cobertura

420 g de leite condensado

180 g de purê de milho*

25 g de açúcar cristal verde

Massa

1 Coloque a manteiga em uma batedeira com o batedor globo e ligue na velocidade três. 2 Quando a manteiga amolecer, acrescente o açúcar e bata até virar um creme claro. 3 Continue batendo, acrescente o ovo e bata até quase dobrar de volume. 4 Passe para a segunda velocidade, adicione o leite, bata mais um minuto e adicione a farinha de trigo junto com o fermento. 5 Fora da batedeira misture o purê de milho. 6 Coloque a massa em oito forminhas grandes de papel. 7 Leve para assar em forno a 170° C por mais ou menos 30 minutos.

Cobertura

1 Misture o leite condensado com o purê de milho e leve para o fogo. 2 Cozinhe em fogo médio mexendo sem parar até a massa começar a desgrudar do fundo da panela. 3 Retire do fogo e deixe esfriar. 4 coloque em um saco de confeiteiro e decore seu cupcake já frio.

*Para fazer este creme basta bater o milho no liquidificador. Se o milho estiver cru, adicione um pouco de água.

Sirva com café fresquinho e entenda o que é, para mim, felicidade.

8 de jun. de 2010

COSA MANGGIARE RECOMENDA PARA UMA BOA FESTA DE BELISCOS

ACOMPANHAMENTO DE BEBIDAS :

• COCA COLA COM GELO E LIMÃO

• VINHO FUTAS PICADINHAS MISTURADAS COM GELO MOIDO

BRUSCHETTA :

• 8 TOMATES CORTADOS SEM PELE E SEM SEMENTES

• 15 AZEITONAS PRETAS FATIADAS SEM CAROÇO

• 1/3 DE XÍCARA DE MINIALCAPARRAS

• 200 GRAMAS DE QUEIJO PARMESÃO

• 6 FATÍAS DE PÃO ITALIANO

• SAL E PIMENTA A GOSTO

• 3 GALHOS DE TOMILHO

• 1 COLHER DE AÇÚCAR

• 2 DENTES DE ALHO

• AZEITE

TARTAR DE SALMÃO :

• 500 GRAMAS DE SALMÃO PICADO

• 2 COLHERES DE PEPINO EM CONSERVA PICADO

• 1 COLHER DE MINALCAPARRAS

• 1 COLHER DE OVAS MASSAGÔ ( ENCONTRADAS EM LOJAS ESPECIALIZADAS EM PRODUTOS ORIENTAIS )

• AZEITE EXTRAVIRGEM

• SAL E PIMENTA A GOSTO

4 de jun. de 2010

BEBIDA REFRESCANTE

Depois da caipirosca pronta, agora é a vez do Mojito! Tá, você não gosta da caipirosca pronta? Pensa que é refresco e me conta depois da segunda dose, rsrs.

O Grupo Bacardi lança até o final desse mês o Bacardi Mojito Pronto para Servir. É só abrir e virar a garrafa sobre um copo com gelo. E se quiser dar um toque, folhinhas de hortelã com algumas gotas de limão. Tá vendo, já dá para fazer uma pitcher party mesmo sem ter jarras, hehe!

Bacardi Mojito Pronto para Servir

Preço sugerido: R$ 26,90 (garrafa de 980 ml)

Teor alcoólico: 15%

23 de abr. de 2010

COMO GELAR CERVEJA EM 3 MINUTOS!!!

O Carvão já está na churrasqueira e a galera chega na sua casa com latas e mais latas de cerveja quente o que você faz ?
Como gelá-la ?
Vai aí a minha dica !!!
Gêlo no isopor.
Para cada saco der gêlo coloque 2 litros de água, meio quilo de sal e meia garrafa de álccool.
A água aumenta a superfície de contato, o sal reduz a temperatura de fusão do gêlo ( ele demora mais para dereter ) e por uma reação química, o álcool rouba calor.
Essa mistura é barata e a cerveja fica em ponto de bala em 3 minutos.